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quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Amo você. E amo como quem guarda um segredo terrível que pode destruir vidas. Como quem tem receio de sofrer e fazer outros sofrerem também. Amo você, como criança vendo uma roda gigante: com vontade de ir, tentar, voar, mas com medo da altura, de uma possível queda. Amar você as vezes me dói. 

Fiquei triste ao ouvir uma música. É a nossa música e você nem imagina. É uma tristeza que você nunca soube.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011



Lembrei do que ele me disse outro dia, que a gente se esquece fácil, que tudo muda, tudo passa. Será?

segunda-feira, 23 de maio de 2011



É foda esconder, guardar tudo assim pra si mesma. Sentir tantas coisas, aguentar tudo calada, sem falar nada, sem explodir pra não ser a porra louca infeliz. Pra ninguém desconfiar, julgar. É foda. 

quarta-feira, 11 de maio de 2011



Onde mais eu poderia tirar forças pra sair desse buraco que entrei sem nem perceber? Não de você nem de ninguém. Criei forças em mim mesma. 

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Cansei, é isso. Chega de olhar pra trás. Como é mesmo que a minha mãe dizia? “O que passou, passou.” Não muda, não volta, não adianta se lamentar tanto. Se está no passado, pense bem, é porque deve estar lá mesmo. Senão, ainda estaria agora no presente. Não é? A gente tem que parar com essa coisa, de se lamentar pelo que foi, pelo que não foi, pelo que quase chegou a ser. Tenho que parar de achar que lembrando e se arrependendo ajuda em alguma coisa. Bola pra frente, está na hora de ter novas histórias, porra.